Alzheimer

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, atualmente, cerca de 36 milhões de pessoas sofrem com essa enfermidade, e esse número deve dobrar até 2030, e triplicar até 2050.

Vamos saber mais sobre essa doença

É a forma mais comum de demência, é uma doença degenerativa incurável. Os neurônios em certas partes do cérebro são destruídos, o que pode levar a déficits nas funções cognitivas, como memória, habilidades linguísticas e comportamento. O diagnóstico clínico pode ser apoiado por biomarcadores que detectam a presença ou ausência da doença. Isso se tornará ainda mais importante no futuro, quando novos tratamentos da doença de Alzheimer se tornarão disponíveis.

A demência afeta entre 5-8% de todas as pessoas acima de 60 anos de idade, aumentando para cerca de 40% das pessoas com mais de 90 anos.

As lesões típicas de Alzheimer começam a se desenvolver no cérebro entre 10 a 20 anos antes dos primeiros sintomas (a fase pré-sintomática da doença). Somente quando a lesão neuronal evolui e a reserva cognitiva diminui, os sintomas começam a se manifestar.

Nos estágios iniciais, a doença só provoca sintomas menores, como confusão mental leve, dificuldades em encontrar as palavras certas e de se lembrar de acontecimentos recentes.

À medida que a doença progride, há uma perda total da autonomia do paciente: incapacidade de lembrar e reconhecer pessoas, objetos, lugares, entre outros.

A destruição de neurônios no cérebro é causada por uma acumulação anormal de diferentes tipos de proteínas: o peptídeo amilóide e as proteínas Tau (Unidade Associada a Tubo) hiperfosforiladas. Até hoje, as causas do acúmulo anormal dessas proteínas no cérebro são desconhecidas.

A doença de Alzheimer é uma patologia neurodegenerativa progressiva e irreversível, que provoca perda da memória, distúrbios cognitivos e motores. Com isso buscamos uma nova opção de tratamento, no qual a hidroterapia tem sido utilizada com sucesso na reabilitação de pacientes neurológicos.

A hidroterapia tem como objetivos trabalhar a coordenação motora visando o equilíbrio e oferecendo maior tempo de respostas de endireitamento (reação de proteção), relaxamento muscular, diminuição das forças compressivas nas articulações reduzindo os riscos de lesões, facilitar o movimento articular melhorando a amplitude de movimento, aumenta a força muscular, promove a reeducação motora e adequação de tônus muscular.

Tais benefícios são possíveis devido às propriedades físicas da água e os exercícios terapêuticos associados.

A hidroterapia atua em qualquer fase da doença possibilitando manter o individuo mais ativo e independente possível diante das suas atividades de vida diária.

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